Quanto do debate eleitoral brasileiro conecta-se às grandes agendas estruturais
do século — clima, transição energética, IA, geopolítica, biodiversidade
e crise da democracia.
O Zeitgeist em números
Quantos artigos da cobertura tocam as seis agendas globais monitoradas no
recorte escolhido, e qual delas domina.
Artigos classificados
375
submetidos ao classificador no período
Com aderência global
108
28,8% do total
Cluster dominante
Crise da democracia
88 artigos
Vínculos totais
126
artigo × cluster
Aderência global por candidato
Percentual dos artigos de cada candidatura que tocam pelo menos uma agenda
global no período. Entram apenas candidaturas com no mínimo 20 artigos no
recorte — crescimento sobre base minúscula não é sinal.
Volume por cluster
Quantos artigos distintos engajam com cada agenda global no período. Um
artigo pode tocar mais de uma agenda ao mesmo tempo.
Composição temática por candidato
Para cada candidatura, a distribuição entre as seis agendas no período.
Valor = artigos distintos da candidatura que tocam a agenda.
Evolução semanal por cluster
Quantos artigos por semana engajam com cada agenda, desde o início
da série — esta seção ignora o recorte acima de propósito: a pergunta
é se o debate se globalizou ao longo da campanha ou se contraiu a temas locais.
Cluster × espectro editorial
Como cada faixa do espectro editorial — da extrema-esquerda à extrema-direita —
engaja com as agendas globais no período. Valor = artigos distintos por
combinação.
2 artigos ficaram de fora: agregadores e
veículos ainda sem classificação editorial. Eles não são somados a nenhuma
faixa.
Evidências por cluster
Os três artigos de maior confiança em cada agenda dentro do período — o
trecho destacado é a evidência usada pelo classificador.
"O presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) e o Partido Liberal lideram, entre candidatos e partidos, as publicações classificadas como uso indevido de inteligência artificial"
"uma nova sanção do governo do presidente dos EUA, Donald Trump (Partido Republicano), representaria uma ameaça "gravíssima" ao STF e "à soberania nacional""